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Barra News - Covid-19

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Novo coronavírus entrou no Brasil de forma distinta pelo menos cem vezes O novo coronavírus entrou no Brasil de forma distinta pelo menos cem vezes - na grande maioria das vezes vindo da Europa. A maior parte dessas introduções foi identificada nas capitais com maior incidência de voos internacionais como São Paulo, Minas Gerais, Ceará e Rio de Janeiro. Apenas uma pequena parcela dessas introduções, no entanto, resultou nas linhagens que se dispersaram por transmissão comunitária no país. Um novo estudo revela que 76% dos vírus detectados até o final de abril se agrupam em três grandes grupos que foram introduzidos entre o final de fevereiro e o início de março e se espalharam rapidamente pelo país antes que as medidas de controle de mobilidade fossem iniciadas. Os resultados foram obtidos por uma força-tarefa composta por pesquisadores de quinze instituições brasileiras (em conjunto com instituições britânicas), que realizaram o sequenciamento de 427 genomas do novo corona...

Barra News - Tecnologia

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Militares já veem ressalvas à tecnologia chinesa no 5G Militares do governo começam a olhar com ressalvas a possibilidade de a tecnologia 5G no Brasil ser entregue à China. As conversas em curso apontam que o Brasil precisa estar atento aos sinais que o mundo ocidental começa a dar aos chineses, como a recente decisão do Reino Unido de barrar a empresa chinesa Huawei no país. O governo começa a observar também com atenção o movimento da Alemanha, que ameaça tomar a mesma decisão. O receio é de o Brasil ficar isolado na posição que vinha defendendo nos bastidores antes da pandemia: uma decisão estritamente técnica e sem observar o xadrez geopolítico mundial. A pandemia, porém, vem mudando esse cenário. Militares avaliam também que a postura da China no coronavírus ampliou suspeitas sobre a confiança no país e começam a defender um posicionamento semelhante ao que o Itamaraty já defende internamente: o de impor restrições à tecnologia chinesa do 5G como uma medida de seguranç...

Barra News - Vacina Covid-19

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Para OMS, vacinação contra Covid-19 começará apenas em 2021 O diretor-executivo da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, mostrou nesta quarta-feira (22) otimismo com o sucesso obtido pelas possíveis vacinas contra o novo coronavírus até agora nos testes, mas também pediu realismo na expectativa sobre prazos e a taxa de eficácia do medicamento.  Nesse sentido, ele insistiu na necessidade de que se mantenham e reforcem as medidas comprovadas para conter a disseminação do problema, como o isolamento social. "Sendo realista, estamos acelerando o máximo possível, mas temos de garantir segurança, tomar toda precaução para ter resultado seguro", comentou Ryan sobre as vacinas em desenvolvimento.  "Mas sendo realista, será na primeira parte do próximo ano que comecemos a ver pessoas sendo vacinadas", previu ele, durante sessão de perguntas e respostas ao lado da líder da resposta da OMS à pandemia, Maria Van Kerkhove. Ryan disse que há notícias posit...

Barra News - Mundo

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John Bolton O ex-assessor de Segurança Nacional dos Estados Unidos John Bolton avalia que a tecnologia 5G oferecida pela empresa chinesa Huawei ao Brasil deve ser fonte de preocupação para o país e que o governo Jair Bolsonaro (sem partido) tem de cuidar de seus próprios interesses nacionais ao lidar com a questão.  Lançando o livro The Room where it happened (A sala onde aconteceu, em tradução livre), ele falou com o colunista Lourival Sant’Anna sobre seu período na Casa Branca, a relação dos EUA com o Brasil e as crises na Venezuela, Irã e Coreia do Norte. Ele também comentou a ordem para fechar o consulado chinês nos EUA, após suspeita de espionagem: "A declaração de nosso governo sobre o fechamento do consulado em Houston, para proteger nossas informações comerciais, já diz muito sobre o que o consulado chinês estava fazendo".  Divulgação Barra News Mundo

Barra News - Economia

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Casa Civil e equipe econômica fecham acordo sobre Pró-Brasil O ministro da Casa Civil, general Braga Netto, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, definiram a versão final do programa Pró-Brasil que será apresentado ao presidente Jair Bolsonaro assim que ele deixar o isolamento pela contaminação da Covid-19. O programa se dividirá em dois eixos e incluirá todo o programa do governo até 2022. Um dos eixos, intitulado "Ordem", refere-se a todo o arcabouço legal que o Planalto pretende encaminhar e aprovar no Congresso. São mudanças, por exemplo, nos marcos legais da cabotagem (abrir o mercado do transporte marítimo), do setor elétrico (privatização da Eletrobrás e a delegação de todos os serviços para a iniciativa privada) e do gás (aumento da concorrência do setor). Além disso, a proposta inclui medidas de desburocratização e digitalização.  Até mesmo a reforma administrativa está no rascunho que será levado ao presidente, além de todas as fases da reforma tributá...

Barra News Vacina Covid-19

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Anvisa autoriza teste com vacinas da Pfizer e BioNtech no país com 5 mil pessoas A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta terça-feira (21), testes com duas variantes da vacina contra a Covid-19 desenvolvida em parceria pelos laboratórios Pfizer, dos Estados Unidos, e BioNtech, da Alemanha. Os testes, que correspondem à fase 3 do estudo do imunizante, serão feitos com 5 mil voluntários, recrutados nos estados de São Paulo e da Bahia. No total, 29 mil pessoas participarão do estudo no mundo. As vacinas em estudos, denominadas BNT162b1 e BNT162b2, são baseadas em ácido ribonucleico (RNA), que codifica um antígeno específico do vírus SARS-CoV-2. A diferença entre as duas se dá no fragmento do novo coronavírus usado na vacina. Enquanto a BNT162b1 usa um antígeno receptor da proteína do vírus que se une às células, a BNT162b2 usa um antígeno da proteína inteira. A pesquisa é a terceira a ser autorizada no Brasil nos últimos meses. As vacinas de Oxford,...

Barra News - Vacina Covid-19

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Governo ainda não assinou o acordo para a produção da vacina de Oxford no Brasil No dia 27 de junho, o governo federal anunciou a parceria com a farmacêutica britânica AstraZeneca e com a Universidade de Oxford, no Reino Unido, para o desenvolvimento da vacina contra a Covid-19. Todavia, mais de 20 dias após o governo federal aceitar a proposta de acordo de cooperação para testes e produção da vacina de Oxford no Brasil, o acordo propriamente dito entre o laboratório AstraZeneca e a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) ainda não foi assinado pelo Ministério da Saúde. O acordo que prevê a transferência de tecnologia e a compra de lotes da vacina precisa da assinatura de três documentos: encomenda de tecnologia, transferência de tecnologia e um terceiro documento de recebimento de doses para a primeira remessa da produção local. Só a partir da assinatura dessa parceria e do aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é que o Brasil poderá produzir a vacina de Oxford....